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Absenteísmo: como medir, principais causas e 5 passos para superar

Absenteísmo elevado: como medir, principais causas e 5 passos para superar

A palavra absenteísmo em si não é ouvida rotineiramente em ambientes de trabalho. No entanto, está mais presente no seu dia a dia do que você possa imaginar. Nesse artigo você vai entender o significado da palavra, como isso afeta a sua empresa e o que fazer para superar, afinal os problemas só são superados quando olhados de perto.

 

Você sabe o que é absenteísmo?

 

Segundo definição do Wikipédia, o absenteísmo ou absentismo é um padrão habitual de ausências no processo de trabalho, dever ou obrigação, seja por falta ou atraso, falta de motivação ou devido a algum motivo interveniente. É usado também para designar a soma dos períodos de ausência de um funcionário de seu ambiente de trabalho.

As razões para que isso aconteça são inúmeras e identificar o que está acontecendo é essencial para que o RH possa atuar na raiz do problema. A causa pode estar relacionada a muitos fatores. Entre elas:

 

  • Motivos pessoais;
  •  Relações de trabalhos conflituosas;
  •  Problemas de saúde físico ou mental;
  • Má gestão da liderança;
  • Dificuldade de desenvolver alguma tarefa;
  • Desorganização no desenvolvimento de tarefas e no dia a dia do trabalho;
  • Falta de clareza sobre prioridades;

 

Quando algum desses fatores afeta o funcionário o principal impacto é na produtividade gerando consequências negativas nas atividades do dia a dia, nas relações de trabalho, na autoestima do funcionário, no atingimento de metas e claro, nos negócios e lucro da companhia.

Nem sempre a gestão tem compreensão clara de quando o absenteísmo está acontecendo e quais as causas. A boa notícia é que com o avanço da tecnologia é possível usar soluções que ajudem a identificar esse gap e solucionar.

 

Como fazer o calculo?

 

Primeiro passo é fazer um cálculo para ver o tamanho do absenteísmo.  

É necessário multiplicar o número de colaboradores pela quantidade de horas trabalhadas por dia, vezes (x) número de dias trabalhados no mês.  Então um exemplo: se você tem 10 funcionários, com jornada de duas horas por dia e trabalhando 20 dias ao mês o cálculo é: 10 funcionários x 2horas de trabalho x20 dias ao mês = 400 horas/mês.

Depois do resultado é hora de olhar para faltas, atrasos e saídas antecipadas para ver o impacto causado no tempo que deveria estar sendo dedicado ao trabalho, mas por alguma razão não está. O mesmo pode ser feito quando se quer entender se o tempo dedicado em uma tarefa está sendo usado de forma eficiente.

 

 

Um outro exemplo pode ser relacionado a desempenho de tempo em uma atividade. Imaginemos que em toda equipe, 10 pessoas sempre demoram 20 minutos a mais para desenvolver a mesma tarefa. Temos que multiplicar o número de minutos de atraso na tarefa pelo número de funcionários que se atrasam e transformar esse valor em horas. Ex: 10 x 20 = 200. Transformando esse valor em horas (200/60 =3,33), acharemos que a empresa perdeu mais de 3 horas de trabalho.

Agora imagina isso em uma empresa com mais de 1.000 funcionários, por exemplo? Tem um impacto enorme.

Para saber o índice de absenteísmo em percentual, basta dividir o número de horas perdidas, pelo número de horas de trabalho que a sua equipe deveria executar e multiplicar o resultado por 100.

Na Novidá, com a proposta de ajudar as empresas a terem maior clareza e poder de decisão imediato em relação à perda de dinheiro ocasionada pela gestão não otimizada das operações é que nasceu a calculadora de desperdícios, onde colocando qual a área/setor você está simulando, a quantidade de colaboradores e equipamentos internos operacionais, como empilhadeiras, e seus custos associados (salário e aluguel do equipamento) é possível obter um cálculo preciso de quanto pode estar sendo desperdiçado por cada funcionário ou equipamento, e assim conseguir sanar essas dificuldades de forma prática, que também é uma outra maneira de calcular perdas.

 

Cinco passos para superar o absenteísmo

 

  • Identifique as principais causas conversando com a sua equipe;
  • Utilize ferramentas tecnológicas que possam ajuda-los a identificar falhas e no desenvolvimento de tarefas;
  • Deixe sua equipe saber quando melhorou e aponte o que estava errado para gerar aprendizado. Além disso, crie programa de recompensas para quem melhora em uma falha;  
  • Invista no clima organizacional;
  • Nunca esqueça de apostar no diálogo e boas condições de trabalho;

 

A hora que uma empresa conseguir fazer gestão e alocação eficiente de mão de obra ela vai chegar a um nível próximo do que ela tem com as máquinas. Isso é muito positivo, pois você não precisa demitir pessoas, você capacita e deixa elas mais eficientes, aumenta seus níveis de produção, torna seu produto mais barato e competitivo e viabiliza o crescimento da empresa. Inclusive o profissional vai se sentir muito mais produtivo e deve ser melhor remunerado, como uma consequência direta do resultado da sua produtividade, como a base da teoria econômica atesta.

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