x

Queremos ajudar sua empresa

Fale conosco

  • Endereço

    CUBO - Alameda Vicente Pinzon, 54 - Vila Olimpia
    São Paulo/SP

Blog

RCM – Conheça a Manutenção Centrada na Confiabilidade

RCM

A gestão da manutenção é um dos fatores mais importantes para o bom desempenho de qualquer fábrica. Em tempos de alta competitividade e novas tecnologias, é fundamental manter os equipamentos em ordem e não ser surpreendido com falhas e quebras.

Dessa forma, é importante ter garantias de que os processos produtivos vão ser desempenhados da forma pela qual eles foram projetados. É nesse contexto que surgiu o RCM – uma estratégia de manutenção focada na confiabilidade e segurança dos equipamentos e ativos da empresa.

 

O que é RCM?

RCM vem do inglês Reliability-centered Maintenance, ou “Manutenção Centrada na Confiabilidade”. Trata-se de uma metodologia que visa estruturar a melhor estratégia de manutenção. Para isso, o foco será sempre na segurança e confiabilidade dos ativos da organização.

Quando falamos em “confiabilidade” de um equipamento, estamos nos referindo a probabilidade de ele se manter disponível dentro do que foi planejado, evitando grandes contrastes entre planejado e realizado.

Assim, com o RCM é possível identificar o desempenho exigido pela máquina, avaliar os tipos e causas das possíveis falhas e detalhar as consequências da falha, que afetam segurança, disponibilidade ou custo para a empresa. A partir desse cenário, o gestor define um planejamento adequado de manutenção voltado para os erros identificados.

Para colocar em prática todo esse procedimento, recomenda-se o uso de algumas ferramentas como o FMEA.

 

O que é FMEA?

A sigla também vem do inglês Failure Mode and Effects Analysis, ou seja, “Análise dos Métodos de Falha e seus Efeitos”. Como o próprio nome diz, a ideia é identificar as falhas dos equipamentos e a consequência desses erros.

Para isso, a ferramenta irá listar todas as falhas que ocorreram (ou podem ocorrer) em uma máquina e a equipe envolvida deve discutir os efeitos, causas e propostas de melhoria para solucionar a situação.

Trata-se do conceito mais importante do RCM, afinal, se queremos criar uma operação que mantenha a manutenção dentro do esperado, é preciso conhecer muito bem quais são as falhas existentes e as consequências geradas por ela.

 

As 7 perguntas do RCM

A norma internacional SAE JA1011 define um conjunto de critérios necessários para que uma estratégia de manutenção possa ser chamada de “RCM”. Esta regulamentação orienta que sete perguntas sejam respondidas para a implementação da metodologia:

1- Quais são as funções e padrões de desempenho do equipamento no contexto atual da operação?

2- Como o ativo pode falhar ao cumprir essas funções?

3- O que pode causar cada uma dessas falhas?

4- O que acontece quando ocorre cada uma dessas falhas?

5- Quais são as possíveis consequências de cada uma dessas falhas?

6- O que pode ser feito para detectar ou evitar a ocorrência dessas falhas?

7- O que pode ser feito se não houver uma medida preventiva para essas ocorrências?

 

Como implementar o RCM?

Uma vez que essas perguntas estejam respondidas, é hora de colocar em prática o RCM. Para isso, recomenda-se que você siga os seguintes passos:

 

1- Definição do sistema

Escolha a área e os equipamentos que farão parte dessa estratégia de manutenção. É interessante que seja uma máquina crítica para os processos, ou seja, que tenha um impacto significativo na operação

 

2- Definição de funções e parâmetros

Delimite qual é o sistema que você está analisando. Por maior ou menor que seja, ele deve ter entradas e saídas claras. É nessa etapa, portanto, que você define o que aquele equipamento deve fazer para ser considerado “confiável”.

 

3- Determinar quais são as falhas

Nessa etapa, é feita uma listagem de todas as possíveis falhas pela qual o sistema pode passar. Elas podem ser classificadas em “total” (quando há a interrupção do funcionamento) ou “parcial” (quando o equipamento opera com performance reduzida).

 

4- Avalie os efeitos das falhas

Essa é a hora de colocar o FMEA em prática. Nesse momento, é importante se perguntar: “Esse tipo de falha tem consequências na segurança? E no custo?” É dessa forma que você define quais modos de falhas devem ser priorizados para uma análise mais aprofundada.

 

5- Escolha uma tática de manutenção para cada falha

Ao definir todas as características das falhas, é possível escolher qual será o tipo de manutenção realizada em cada ativo da organização.

O método mais comum é o sistema ABC para equipamentos. Nesse caso, classifica-se as falhas dos equipamentos, definindo “A” para as falhas com maior impacto, “B” para as de impacto moderado e “C” para os equipamentos cujas falhas não geram tantas mudanças no processo produtivo.

Geralmente, para os equipamentos definidos como “A” é recomendado a manutenção preditiva. Para os equipamentos do tipo “B”, o ideal é fazer a manutenção preventiva. E para os equipamentos “C” é possível fazer a manutenção corretiva.

 

6- Implemente e revise o plano de manutenção

Depois de tudo muito bem desenhado, é hora de colocar o plano em prática. Lembre-se de sempre revisitar esse planejamento, analisar se os resultados estão sendo positivos e fazer modificações visando sempre a melhoria contínua desse processo.

 

Novidá e o RCM

Implementar o RCM tem como objetivo principal reduzir custos com manutenção e ter uma operação mais eficiente. É justamente isso que a Novidá quer trazer aos seus clientes.

Por meio de um sistema de tracking de pessoas, monitoramos a movimentação de colaboradores pela planta, oferecendo insights valiosos aos gestores.

A plataforma pode ser aplicada em equipes de manutenção para localizar os técnicos mais próximos a uma falha de equipamento e enviar uma ordem de tarefa a eles.

Foi exatamente isso que fizemos na FCA, onde conseguimos reduzir o tempo de resposta do técnico de manutenção de 90s para 15s. Você pode baixar esse case de sucesso gratuitamente aqui.

QUE TAL TESTAR AGORA?

Entenda como nosso sitema funciona na prática! Receba o produto em sua empresa e comece a usar!

TESTE AGORA

Agende uma conversa agora

Quer entender melhor como funciona a solução? Faça uma avaliação gratuita e veja como podemos ajudar sua empresa!



voltar ao topo